Informações: Não existe nem pode haver passividade na palavra, nem valores equacionados na mesma. Cresço em cada sílaba, em cada frase, em emoções de gestos incontidos. Brindo o gosto pela poesia, com as horas que fruem os caminhos, como o lavrador semeia na terra lavrada. Corre em mim um quotidiano, rebelde e irreverente que me desalinhou da estética como indivíduo e comunico a vida, como algo adjacente no vaguear torto das esquinas.
O Páginas Desfolhadas e a Papiro Editora têm para oferecer um exemplar do livro Mãos que Falam com Pressa.
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O Passatempo termina dia: 12 de Novembro de 2011






